
Poeira
Luz feita em água
Rosnar de cães vadios
Desço-te pelos ombros
Faço-te um flamejante discurso
Poeira
Esboçada ao Sol
Velhos sonhos pujantes
Decifro-te a desordem
Uma Vida ao contrário
Poeira
Impossível a tua aparência
A tesão do corpo
As lágrimas nocturnas
Uma cinza na alma
Poeira
A tua voz dissipada
Dias ternos de raiva
O espaço do teu odor
A imagem oculta tua
Poeira
Limites do pensamento
Poeira
Palavras apagadas


3 comentários:
O poema está lindo... mas essa poeira, parece que desordenou muita coisa...
Beijinhos!
A tua imagem oculta mexe comigo
Gosto de ti rapariga
Deixo um beijo suave
O poema está fantástico, identifico-mecom as tuas palavras...
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