
Pousa-me os dedos
Percorre-me desejos
Os olhos soltam palavras
São mudas, caladas
Cantas-me o corpo
Numa melodia gritante
Danças-te em mim
O afogante gemido
Que da boca nutre
A fonte da água de nós
Invento-te loucuras
Caiu em Ti
A Teus braços me entrego
Ilumino-me do tempo
Quero que pare...
Agora !
O Teu fogo quero
Arde-me os prazeres
Faz-me vibrar...
É sublime a luxuria
Repousa-te em mim
E,
Em mim sacia a sede
De teu corpo de fogo!!


2 comentários:
e palavras para quê... há fogos que ardem sem se ver, ja dizia o outro... e que fogo que arde por estas bandas...
beijo
Gostei deste poema bem quentinho... ;)
Palavras sempre sentidas, lindas!
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