quinta-feira, 1 de novembro de 2007


Pousa-me os dedos

Percorre-me desejos

Os olhos soltam palavras

São mudas, caladas

Cantas-me o corpo

Numa melodia gritante

Danças-te em mim

O afogante gemido

Que da boca nutre

A fonte da água de nós

Invento-te loucuras

Caiu em Ti

A Teus braços me entrego

Ilumino-me do tempo

Quero que pare...

Agora !

O Teu fogo quero

Arde-me os prazeres

Faz-me vibrar...

É sublime a luxuria

Repousa-te em mim

E,

Em mim sacia a sede

De teu corpo de fogo!!

2 comentários:

Unknown disse...

e palavras para quê... há fogos que ardem sem se ver, ja dizia o outro... e que fogo que arde por estas bandas...

beijo

Sol da meia noite disse...

Gostei deste poema bem quentinho... ;)

Palavras sempre sentidas, lindas!

*