Guarda-me a ilusão
Ousada sobre Ti
Nesta metamorfose do corpo
Vivo e morro de prazer
Sopro o desejo retido
Esta maresia da noite
Onde o odor fúnebre
Respira de estrelas caídas
A chuva fina que me sorri
Enquanto alucinada
Caiu na tua teia
Ouço-te a voz vertiginosa
Te exaltas e me ameaças
Acabando mesmo por me prender
Há um silo no meu corpo
Onde guardo a vúlupia
Onde me viras do avesso
Onde há um animal em golpe
Que no silêncio do fogo
Exausta-se da resistência
E,
Ama deixando-se Amar !
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)



2 comentários:
Temos uma forma de escrever muito comum...
Muito bom, muito bom mesmo !!!
Amar, deixando-se amar!
E assim resumes tudo o que foste escrevendo... Lindo!!!
*
Enviar um comentário