
... jantamos os dois ...
... de baixo da mesa o meu pé te passeia o sexo,
sinto-o crescer, a sua rigidez na ponta dos dedos,
estas louco ...
... olho-te assanhada enquanto,
enquanto a língua me passeia os lábios,
apertas-me a mão, pára dizes-me,
eu, pisco-te o olho e te entrego um bilhete ...
... vai a casa de banho!, e, me levanto ...
... quando entras encosto-te a porta,
baixo-te as calças,
lambuzo-me em teu sexo,
esta rijo, grosso, como gosto,
faço-te ajoelhar,
quero que me sintas, me proves,
hoje mais que nunca,
mais que ontem ou amanha,
depois de tanta loucura,
passo a cara por água e vou embora,
deixando-te somente na boca,
a tanga branca que ontem me tinhas oferecido...
... espero-te na mesa, como sempre te esperei...